A Dieta Mediterrânea subiu à cabeça

Estudo recente aponta os efeitos positivos dessa alimentação no cérebro

Os benefícios da Dieta Mediterrânea (ou Cretan Diet) para o corpo não são exatamente novidade. Mas agora, novos estudos provam que os efeitos positivos desse tipo de alimentação vão além da prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes e controle da obesidade.

Uma pesquisa recente publicada na conceituada revista científica Neurology em janeiro de 2017 mediu os efeitos da alimentação baseada em legumes crus e cozidos, frutas, grãos, ervas aromáticas, azeite de oliva, carnes magras e laticínios (cabra ou ovelha) na saúde do cérebro e os resultados foram surpreendentes.

Michelle Luciano, professora e palestrante do departamento de Psicologia da Universidade de Edimburgo mediu, através de ressonância magnética, o volume cerebral de 400 participantes (homens e mulheres) aos 73 e aos 76 e observou que, quanto maior a adesão a um regime baseado nos princípios do Mediterrâneo, menor a redução no volume cerebral entre os membros do grupo. “À medida que envelhecemos nosso cérebro reduz de tamanho. E existem alguns estudos que comprovaram a relação da Dieta Mediterrânea e a manutenção das funções cognitivas e prevenção da demência, mas eles nunca haviam medido o tamanho do cérebro”, explica a responsável pelo estudo.

Quem se animou com a notícia, vale ressaltar o que os experts defendem: além da pirâmide alimentar composta por legumes, frutas, carnes magras e grãos, outra importante característica do regime mediterrâneo é privilegiar os alimentos locais, de modo a diminuir o caminho entre a colheita e o prato, premissa tão saudável quanto sustentável.

O estudo completo pode ser lido aqui.

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